Sindicato cria cadastro exclusivo para deficientes de Franca


Um sistema lançado semana passada em Franca (SP) promete facilitar a contratação de portadores de diferentes tipos de deficiência nas fábricas de calçado da cidade. O projeto PcD, uma espécie de cadastro ou banco de currículos criado pelo Sindicato das Indústrias de Calçado de Franca (Sindifranca), permitirá que até 320 empresas do município tenham acesso a candidatos cadastrados por entidades assistenciais.

Além de contribuir para a inserção profissional dos deficientes, o sistema, gratuito, auxiliará as indústrias a se adequarem à lei federal que estabelece percentuais mínimos de contratação dos profissionais com algum tipo de deficiência, segundo o presidente do sindicato, José Carlos Brigagão.

Como funciona o cadastro exclusivo

Pela plataforma, as entidades inserem os currículos dos candidatos, que ficam disponíveis em versões resumidas pela internet para as empresas calçadistas cadastradas. “A entidade representativa passa então a acompanhar o deficiente na empresa, dando assistência para a fábrica”, afirmou Brigagão.

Inicialmente, estão cadastrados no sistema cerca de 200 profissionais de cinco entidades assistenciais do município: Associação dos Pais e Amigos Deficientes Auditivos (Apada); Associação dos Deficientes Físicos de Franca e Região (Adefi); Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae); Sociedade Francana Instrução e Trabalho para Cegos; e Associação das Famílias das Pessoas Portadoras de Paralisia Cerebral. Outras instituições, no entanto, poderão obter acesso ao sistema, desde que aprovadas pelo Conselho Municipal da Pessoa Com Deficiência.

Importância da iniciativa

Com 2,2 mil pessoas com problemas auditivos assistidas em Franca, a presidente da Apada, Isabel Alves Souza, confirma que o sistema ajuda a amenizar as dificuldades de inserção dos deficientes auditivos no mercado de trabalho. Segundo Isabel, a maior parte dos candidatos cadastrados pela entidade tem interesse em trabalhar no chão de fábrica, mas há também pessoas que esperam colocação em tarefas administrativas. “Estamos muito felizes. Há muitos anos tentamos inserir os deficientes no mercado de trabalho, mas sempre fizemos isso de maneira muito simples. Esse banco de dados vem contribuir para o nosso trabalho”, disse.

A Rede de Clínicas Direito de Ouvir tendo sua matriz em Franca, suscita a importância dessa reintegração dos deficientes auditivos à sociedade. Estes merecem inclusão, atenção e carinho, sendo estes, diferenciais que a Direito de Ouvir poderá lhes oferecer. Acompanhamos nossos pacientes em todo processo de adaptação aos aparelhos auditivos, oferecendo manutenção e suporte pré e pós venda.

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 Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca

 

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