Direito de Ouvir leva reabilitação auditiva para todo o Brasil


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Uma frase da sabedoria popular diz que “algumas coisas acontecem na vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem na vida de uma pessoa”. E foi algo bem próximo disso que ocorreu com a fonoaudióloga Andréa Campos Varalta Abrahão, fundadora da Direito de Ouvir, quando teve que escolher o curso superior que lhe definiria a carreira a seguir.

Na época, Andréa começou a fazer pesquisas sobre cursos em diversas áreas de seu interesse. Um dos que mais chamou sua atenção foi o de Fonoaudiologia. Embora ela não conhecesse nenhum profissional do ramo, o segmento estava em alta no mercado. Essa mineira, nascida em Uberaba, e filha de Antônio Carlos Varalta e Sônia Marlene Campos Varalta, guiada pela intuição, chegou a Franca em 1997 para iniciar faculdade na Universidade de Franca.

Da simples aptidão à paixão foi apenas um passo e questão de tempo. Ao primeiro contato com o setor de próteses auditivas, Andréa soube que escolhera a profissão certa e, desde então, não atuou em nenhuma outra área que não esta desde a sua formação, em 2001.

O COMEÇO DA DIREITO DE OUVIR

O início de sua carreira foi em uma multinacional de aparelhos auditivos, além da prestação de serviços para o governo federal em um programa específico de doações de próteses auditivas, o que lhe rendeu larga experiência no setor.

Foi em Franca que Andréa reencontrou o colega de escola, com quem hoje vive mais que uma história de amor, mas uma parceria de sucesso com companheirismo e objetivos comuns. Frederico Vaz Guimarães Abrahão divide com a esposa Andréa a direção da rede de clínicas Direito de Ouvir, com o princípio de garantir aos portadores de deficiência auditiva a chance de ouvir com satisfação, levando, em todas as cidades do Brasil em que atuam, o acesso facilitado às próteses que conferem aos pacientes qualidade de vida, alegria e auto-estima.

Andréa atribui o seu sucesso à satisfação e ao prazer de trabalhar naquilo que tem verdadeira paixão. São esses sentimentos, aliados ao respeito pelo ser humano, principalmente aos idosos – por quem a fonoaudióloga tem um carinho especial que são transmitidos aos seus pacientes e colaboradores. A estes últimos, inclusive, Andréa faz questão de reconhecer a importância da participação deles num trabalho de equipe que faz a diferença e contribui para o perfeito andamento da empresa, que a cada dia vem se consolidando no mercado de aparelhos auditivos como referência do setor.

Vida particular x Direito de Ouvir

Competente e dedicada em sua profissão, Andréa divide seu tempo também com as filhas, Rafaela, cinco anos, e Beatriz, dois anos. Ela e Fred, como é carinhosamente chamado por quem o conhece, fazem questão de participar ativamente da rotina das filhas, acompanhando de perto cada passo de seu desenvolvimento e fazendo da infância das duas pequenas uma fase mágica e memorável. A família, sempre que pode, passa seu tempo livre no campo. com passeios ao ar livre e contato direto com a natureza. Dessa forma, Andréa e Fred procuram transmitir às filhas a consciência e educação ambiental, fundamentais hoje em dia.

E apesar de se sentirem satisfeitos e felizes com a trajetória que construíram ao longo desses anos, Andréa e Fred ainda sonham. A ampliação da rede de clínicas Direito de Ouvir faz parte dos projetos do casal, que já recebeu algumas propostas para levar filiais à Europa e África. Um motivo e tanto para comemorar.

Tópicos: Direito de Ouvir
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