A Música e Seu Impacto Positivo na Vida dos Deficientes


A música é uma forma de arte e também de expressão. Além disso, ela também atua como uma maneira de comunicação: a combinação de sons comuns ou distintos entre pessoas e culturas.  Através dela manifestam-se gostos, estilos, experiências. Por isso, ela é definida por alguns como um agrado aos ouvidos. Sendo os ouvidos a porta de entrada a ela, qual sua forma de manifestação nos deficientes auditivos?

Mesmo que a audição seja o principal canal pelo qual percebemos a música, o fato é que todo o corpo humano é sensível a sons. Dessa forma, é compreensível que a parte do cérebro que normalmente processa o som para aqueles que podem ouvir seja a mesma que processa vibrações de som para os que não podem ouvir. Uma vez que estes processos diferentes ocorrem na mesma área do cérebro, as experiências são equivalentes em som.

Ou seja, cada ser humano recebe um estímulo diferente, assim a emoção é diretamente ligada, levando os indivíduos a diversos estados afetivos como o humor, a tristeza, a felicidade, a agressividade, a tensão, a falta, e até ao êxtase.

A música, nesse sentido, se encaixa como fator contribuinte no processo educativo e criativo, contribuindo grandemente para o desenvolvimento intelectual, motor e perceptível dos indivíduos. Sejam eles mais novos ou não. Portanto, os aparelhos auditivos, amplificadores de sons, são os meios que trazem de volta essa capacidade de ouvir os sons aos deficientes auditivos, firmando assim, sua importância no desenvolvimento continuo destas pessoas.

Desta forma, a música como fator positivo no desenvolvimento dos deficientes auditivos é, sem dúvidas, objeto fundamental e não excludente de suas vidas. Seu uso deve ser administrado com atenção para a melhor qualidade de vida, e menores chances de imprevistos futuros.

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Tópicos: Audição, Perda auditiva, Saúde Auditiva
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