Os efeitos do falso intérprete no memorial de Mandela


Recentemente o mundo recebeu a notícia de que o então líder da África Negra e ganhador do prêmio Nobel da Paz Nelson Mandela veio a falecer, sendo a notícia o auge de circulação da internet.

Em seu memorial, que contou com a presença dos nomes mais importantes do mundo, tais como Barack Obama e Dilma Rousseff, em meio a toda homenagem realizada, havia um intérprete para auxiliar os deficientes auditivos presentes.

Causando choque e indignação em toda a África do Sul, o então tradutor teve a ousadia de se passar por um profissional que dominava a língua de sinais, traduzindo todos os discursos de maneira errada aos surdos e mudos.

A língua de sinais é uma linguagem expressada por gestos e sinais a aqueles que não são dotados da capacidade de entender a linguagem verbalizada. Este indivíduo tem a linguagem de sinais como a língua principal e é através dela que se comunica com todas as pessoas.

A Surdez pode ser caracterizada em vários tipos, podendo ser chamada de surdez unilateral, aquela presente em um só ouvido, bilateral, aquela presente em ambos os ouvidos, e pode ser advinda pela genética, através de doenças, remédios conhecidos como ototóxicos, rompimentos no tímpano, e até mesmo pelo envelhecimento. Além de todas essas características, a surdez pode ter graus diferentes, o leve, moderado, severo e profundo. E dependendo dessa gravidade o indicado a se fazer é o uso do aparelho auditivo.

No memorial de Mandela, a atitude do intérprete indignou não somente os presentes no evento que dependiam da linguagem de sinais, como também de toda a população que soube do ocorrido, sendo um agravante que tomou conta dos meios de comunicação.

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